Estudante do IPVC desenvolve artigo científico internacional após vivência Erasmus em Cabo Verde
A estudante Miriam Portela, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, regressou de uma experiência no programa Erasmus+ em Cabo Verde, onde passou dois meses na ilha de Santiago. A sua vivência não só expandiu seu conhecimento cultural e pessoal, mas também lhe proporcionou a oportunidade de desenvolver uma pesquisa em Biotecnologia vinculada ao projeto INCUBATOR. O foco da investigação centrou-se no licopeno, um composto do tomate e seu impacto em homens com cancro da próstata. Miriam trabalhou na revisão de estudos científicos para avaliar sua validade, e se orgulha de que seu nome estará associado a um artigo que será publicado na base de dados internacional PROSPERO. A estudante enfatiza a importância das mobilidades para o crescimento acadêmico e pessoal, incentivando outros a se aventurarem fora da sua zona de conforto.
A estudante Miriam Portela, atualmente no segundo ano do curso de licenciatura em Biotecnologia da Escola Superior Agrária do Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), teve uma experiência transformadora em Cabo Verde, onde participou do programa Erasmus+. Durante sua estadia na ilha de Santiago, ela não apenas explorou a cultura local, mas também se envolveu em um projeto de pesquisa inovador que resultou em um artigo científico internacional. Essa vivência não só contribuiu para seu desenvolvimento acadêmico, mas também teve um impacto significativo em sua vida pessoal e profissional.
A experiência em Cabo Verde
Miriam descreve sua vivência em Cabo Verde como extraordinária. Com um histórico de visita à ilha do Sal, desta vez ela teve a oportunidade de se imergir na cultura local, sentindo-se verdadeiramente parte da comunidade. “Senti-me cidadã da ilha. Fui muito bem recebida e vivi o dia a dia de forma autêntica, além de ser apenas uma turista”, relata a estudante. Essa imersão permitiu que Miriam visse a vida das pessoas de maneira mais próxima, e a certeza de que as mobilidades como essa mudam vidas tornou-se uma convicção forte.
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O projeto de pesquisa
A mobilidade de Miriam integrou o projeto INCUBATOR, que se dedica à identificação de fatores associados ao desenvolvimento do cancro da próstata. Ao longo de sua estadia, Miriam se dedicou a uma revisão sistemática da literatura, avaliando estudos científicos já publicados sobre os efeitos do licopeno, composto encontrado no tomate, em homens diagnosticados com esse tipo de câncer. “O objetivo foi reunir e avaliar estudos para perceber sua validade e consistência. Estamos preparando um artigo que será publicado no PROSPERO, uma base de dados de referência a nível mundial,” explica com entusiasmo.
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A vivência científica
Miriam compartilha que fazer pesquisa em Cabo Verde apresentava desafios, especialmente por conta de recursos mais limitados. Contudo, ela foi impactada pela capacidade dos cientistas locais de aplicar o conhecimento científico com sabedoria e eficácia. “Eles têm menos recursos, mas fazem investigação relevante e transformadora. Aprendi muito com eles, o que demonstrou para mim o verdadeiro valor da ciência,” sublinha a estudante, que se sente enriquecida pela experiência.
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O impacto pessoal
Além do crescimento acadêmico, essa experiência em Cabo Verde teve um profundo efeito pessoal em Miriam. “Sou uma Miriam muito mais rica depois destes dois meses. Cresci porque participei num projeto realmente importante, que pode ter impacto real nos PALOP,” afirma. A vivência Erasmus não apenas desenvolveu suas capacidades científicas, mas também ampliou seus horizontes culturais e sociais.
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Conselhos para outros estudantes
Miriam não hesita em incentivar outros estudantes a se envolverem em programas de mobilidade. “Participar num programa de mobilidade é uma oportunidade única. Vivemos algo completamente diferente, encontramos realidades totalmente novas e enriquecemos nosso currículo,” destaca. Ela enfatiza que o apoio recebido durante a experiência foi fundamental e encoraja todos a não terem medo de sair da sua zona de conforto. “É uma experiência que não devemos deixar passar,” garante.
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Futuras aspirações
Com o regresso a Portugal, Miriam Portela possui planos ambiciosos: concluir sua licenciatura e prosseguir com um mestrado na área de saúde e investigação. “Imagino-me a seguir pelo ramo da investigação ligada à saúde. O Politécnico de Viana do Castelo foi o meu ponto de partida e continua a ser o meu suporte para ir mais longe,” conclui a jovem pesquisadora, com grandes aspirações de se tornar uma investigadora de destaque.
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Comparação da experiência da estudante no Erasmus
| Aspecto | Descrição |
|---|---|
| Localização | Ilha de Santiago, Cabo Verde |
| Duração | Dois meses |
| Área de Estudo | Biotecnologia |
| Projeto Principal | Investigação sobre cancro da próstata |
| Experiência Cultural | Imersão na vida local, além do turismo |
| Sentimento Pessoal | Crescimento pessoal e profissional |
| Colaboração | Professores e investigadores da UniCV |
| Impacto Esperado | Apoio a PALOP com pesquisa relevante |
| Publicação | Artigo no PROSPERO |
| Futuro | Continuação dos estudos em investigação na saúde |
Uma experiência transformadora em Cabo Verde
Após uma vivência enriquecedora em Cabo Verde, uma estudante do IPVC desenvolveu um artigo científico que promete impactar positivamente países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). Esta experiência, proporcionada pelo programa Erasmus+, não só amplificou seu conhecimento acadêmico, mas também trouxe um crescimento pessoal e cultural inestimável.
Investigação com relevância internacional
A estudante, Miriam Portela, estava imersa em um projeto dedicado à identificação de fatores associados ao desenvolvimento do câncer da próstata. Seu trabalho envolveu uma revisão sistemática de estudos existentes sobre o licopeno, um composto presente no tomate. O objetivo era verificar a validade e relevância dos dados reunidos, culminando na elaboração de um artigo que será publicado em uma base de dados de referência internacional.
Desafios e aprendizados em um contexto diverso
Durante sua estadia na ilha de Santiago, Miriam enfrentou diversos desafios, especialmente no que diz respeito a recursos limitados. Entretanto, ela destacou a capacidade dos cientistas locais em produzir conhecimento relevante e transformador. “Aprendi muito com cientistas que, apesar das limitações, fazem investigação de impacto,” sublinha.
O crescimento pessoal e profissional através da mobilidade
Esta mobilidade não se restringiu apenas ao aprendizado acadêmico. Miriam expressou que sua experiência a fez sentir-se uma pequena cientista, proporcionando uma visão mais íntima da realidade local. “É impossível sair de lá igual”, compartilha. A sua vivência fez com que ela crescesse de forma pessoal e profissional, se tornando uma candidata mais madura e preparada para desafios futuros.
Um chamado à ação para outros estudantes
Com sua experiência tão rica e transformadora, Miriam encoraja outros estudantes a aproveitar oportunidades de mobilidade. “Participar em um programa de mobilidade é uma oportunidade única que enriquece o currículo”, afirma, destacando o suporte que recebeu ao longo de sua jornada. Erasmus+ é, portanto, um caminho viável para quem deseja sair da zona de conforto e expandir horizontes.
O futuro de Miriam na investigação
Agora de volta a Portugal, Miriam almeja concluir sua licenciatura e seguir para um mestrado na área da saúde e investigação. Ela acredita que o Politécnico de Viana do Castelo continuará a ser seu pilar enquanto busca novos horizontes em sua carreira acadêmica. Aspirando a ser investigadora, Miriam está determinada a contribuir ativamente para a ciência e a saúde na comunidade.
- Estudante: Miriam Portela
- Curso: Licenciatura em Biotecnologia
- Instituição: Escola Superior Agrária do Politécnico de Viana do Castelo
- Experiência: Mobilidade Erasmus em Cabo Verde
- Duração: Dois meses
- Projeto: INCUBATOR
- Foco da pesquisa: Cancro da próstata e o licopeno
- Objetivo: Revisão sistemática de estudos científicos
- Publicação: PROSPERO
- Crescimento: Desenvolvimento pessoal e cultural
- Recomendações: Incentivo à participação em mobilidades
Resumo da Experiência em Cabo Verde
A estudante do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Miriam Portela, teve uma experiência transformadora durante a sua vivência Erasmus em Cabo Verde. Ao longo de dois meses na ilha de Santiago, Miriam não só aprimorou seus conhecimentos em pesquisa, mas também desenvolveu um artigo científico que será publicado em uma base de dados internacional. Esta vivência não só a ajudou a crescer academicamente, mas também a entender a realidade local e o impacto que sua pesquisa pode ter nos PALOP.
A Importância da Mobilidade Acadêmica
A participação em programas de mobilidade, como o Erasmus+, é uma oportunidade única para estudantes. As experiências fora do país proporcionam um crescimento pessoal e cultural que não pode ser facilmente alcançado em ambientes conhecidos. A vivência de Miriam em Cabo Verde é um exemplo claro de como a mobilidade pode enriquecer tanto o currículo quanto a perspectiva de um estudante. Enfrentar desafios em ambientes diferentes e interagir com novas culturas proporciona uma visão mais ampla e um entendimento mais profundo sobre o mundo.
Desenvolvimento da Pesquisa e Impacto Sociocultural
Durante sua estadia, Miriam trabalhou no projeto INCUBATOR, focando na identificação de fatores associados ao desenvolvimento do câncer de próstata. Sua pesquisa teve como tema o licopeno, um composto encontrado no tomate, e a sua relação com o câncer. O trabalho envolveu uma revisão sistemática de estudos científicos existentes, permitindo que ela aprendesse a avaliar a validade e a relevância das pesquisas. Essa experiência deu a Miriam um senso de propósito e a fez sentir-se uma verdadeira cientista, ao mesmo tempo que compreendeu a importância de aplicar a ciência em contextos com recursos limitados.
Desafios e Aprendizados
A pesquisa em Cabo Verde apresentou desafios únicos, especialmente em comparação com os padrões de Portugal. Miriam notou que, apesar das limitações de recursos, os cientistas locais conseguem realizar pesquisas de grande impacto e relevância social. Isso mostrou a ela o verdadeiro valor da ciência e a resiliência dos pesquisadores que, mesmo em situações difíceis, buscam contribuir para a saúde e o bem-estar da comunidade. Essa vivência não apenas ampliou seus conhecimentos técnicos, mas também a motivou a fazer a diferença na sua área de atuação.
Incentivo à Participação em Programas de Mobilidade
Com a rica experiência que teve, Miriam Portela encoraja outros estudantes a se aventurarem em programas de mobilidade. Segundo ela, ter coragem para sair da zona de conforto é fundamental para o crescimento pessoal e acadêmico. Participar de uma mobilidade permite experimentar realidades completamente diferentes, o que enriquece não só o currículo, mas também a vida. A sensação de ser apoiado e acompanhado durante essa jornada fortalece ainda mais a confiança dos estudantes, tornando a experiência ainda mais valiosa.
Perspectivas Futuras
Ao retornar a Portugal, Miriam planeja finalizar sua licenciatura e seguir para um mestrado na área da saúde e investigação. Ela expressa o desejo de se dedicar à investigação vinculada à saúde, reconhecendo que a base sólida fornecida pelo Politécnico de Viana do Castelo a ajudará a alcançar seus objetivos. Este investimento no seu futuro acadêmico é um reflexo do crescimento que experimentou durante a sua mobilidade e das novas oportunidades que agora vislumbra.
FAQ sobre a Vivência Erasmus de Estudante do IPVC em Cabo Verde
Q: O que a estudante Miriam Portela desenvolveu durante sua vivência em Cabo Verde?
A estudante desenvolveu um artigo científico internacional relacionado à pesquisa sobre o cancro da próstata.
Q: Quanto tempo Miriam passou em Cabo Verde?
Ela passou dois meses na ilha de Santiago, participando do programa Erasmus+.
Q: Qual foi o foco da pesquisa realizada por Miriam?
O foco da pesquisa foi o licopeno, um composto encontrado no tomate, e seu impacto em homens diagnosticados com cancro da próstata.
Q: Como Miriam descreve a sua experiência em Cabo Verde?
Ela descreve a experiência como extraordinária, destacando a recepção calorosa e a imersão na cultura local.
Q: Quais foram os desafios enfrentados por Miriam durante a pesquisa?
Ela enfrentou desafios relacionados à escassez de recursos, mas aprendeu a importância da ciência mesmo em condições difíceis.
Q: O que Miriam aprendeu com os cientistas em Cabo Verde?
Ela aprendeu sobre a aplicação da ciência de forma impactante e sábia, valorizando o trabalho realizado apesar das limitações.
Q: Que conselho Miriam dá a outros estudantes sobre programas de mobilidade?
Ela incentiva todos a participarem, afirmando que é uma oportunidade única que enriquece o currículo e proporciona novas experiências.
Q: Quais são os planos futuros de Miriam após seu retorno a Portugal?
Ela deseja concluir sua licenciatura e prosseguir com um mestrado na área de saúde e investigação.
Olá, eu sou Jean, um engenheiro de som de 40 anos. Tenho uma paixão por capturar e criar experiências sonoras únicas. Com anos de experiência na indústria, trabalho em projetos que vão desde músicas até produções de cinema. Estou aqui para transformar suas ideias em realidade sonora.

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